Em plena pandemia, Conselho e Diretoria da Forluz tomam decisões sem transparência

Conselho Deliberativo aprovou a venda do edifício sede da Cemig e a suspensão de pagamentos de dívidas e equacionamentos do Plano A

Negócio às escondidas e com comprador oculto

A venda do edifício sede da Cemig é representativa do interesse político do atual governador em demonstrar o rumo da privatização da empresa. Mas o negócio é bom para o proprietário? Lembrando que o imóvel é patrimônio do Plano A.

O Júlio Soares tem contrato de aluguel por cinco anos. Onde a Forluz vai aplicar o recurso para obter esta remuneração? Quantas avaliações foram feitas? Quem é o comprador? Quanto será a corretagem e quem vai receber? Por que a venda não é pública?

Um negócio feito às escondidas e em momento inoportuno, para dizer o mínimo. Novamente, falta transparência. Os administradores têm que provar que estão protegendo os interesses dos participantes e, não, atendendo a um pedido da Cemig.

Cemig suspende pagamento de dívidas

Além disso, aprovaram a suspensão dos pagamentos de dívidas e equacionamento de déficits do Plano A por três meses. A Cemig realmente necessita disto? E o Plano A, que apresenta déficit, pode fazer este negócio?

Negócios entre partes relacionadas, de interesse direto da Cemig, que deveriam estar cercados de todos os cuidados, vários pareceres e de completa transparência para excluir qualquer suspeição.

Forluz enviou estudo sobre Plano A para a Cemig

A Cemig e a Forluz estão trocando estudos sobre o Plano A para atender aos interesses da patrocinadora, que busca reduzir seus riscos e déficits. Entretanto, a Diretoria e o Conselho Deliberativo da Forluz se negam a mostrar os estudos aos participantes.

A Forluz enviou os estudos para a Cemig, mas ignora a solicitação de acesso aos estudos feita pela ABCF em 2 de abril. Onde fica a equidade de tratamento entre as partes interessadas. A Forluz propõe saídas para a Cemig, mas está protegendo os beneficiários? O que há nesses estudos que não podemos ver?

ABCF lembra sobre dever de fidúcia

Quais são os estudos que comprovam que a Forluz está protegendo os participantes?

A ABCF lembra aos gestores, indicados e eleitos, que eles têm dever de fidúcia com os planos de benefícios e com o patrimônio da Forluz, não com a patrocinadora.

A ABCF vai buscar todos os meios para colocar tudo em pratos limpos.

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