Ausência de conselheiro eleito na votação de mudança eleitoral facilitou a vida da Cemig

Na votação que decidiu pela mudança nas regras eleitorais na Forluz, a representação dos participantes não teve a presença de um dos conselheiros eleitos, o que facilitou a vida dos conselheiros indicados pela Cemig, que não precisou usar o voto de minerva para desempatar. Nas questões que geraram retrocessos para os participantes, os dois conselheiros eleitos apoiados por ABCF, Sindieletro e AEA estiveram presentes na reunião, votaram contra, mas foram derrotados por 3 a 2.

Um conselheiro titular eleito e seu suplente faltaram à reunião em que a regra eleitoral foi modificada, mesmo não sendo exigida a presença física, já que a reunião ocorria remotamente, em home office, de maneira virtual. Observamos ainda que suplente ausente não tem comparecido às reuniões do Conselho Deliberativo desde maio de 2020.

Lembrando que o Conselho Deliberativo tem seis membros: três indicados pelas patrocinadoras e três eleitos pelos participantes. A ausência do voto de um dos nossos representantes não pode acontecer. O que de tão grave ocorreu para que a reunião do Conselho Deliberativo, que deliberaria sobre assunto de grande importância para os participantes, fosse realizada com um voto a menos na representação dos participantes?

Observem que, mesmo com a possibilidade do voto de desempate, que poderia ser exercido, isto geraria um desgaste ao presidente do Conselho Deliberativo, indicado pela Cemig. Pode ser que ele até não o aplicasse, mas com a ausência de um dos conselheiros eleitos, e também de seu suplente, não precisou haver esse desgaste com os participantes.

Mudança de estatuto

Em fevereiro, a Forluz já convocou reunião para mudar o Estatuto da Fundação e, até agora, a proposta não foi divulgada aos participantes, beneficiários e, sequer, aos conselheiros eleitos. A proposta pode trazer novos retrocessos e os conselheiros eleitos devem votar juntos, de acordo com os interesses dos participantes. Não podemos permitir que a ausência de uma das nossas representações aconteça.

Que as entidades representativas, sindicatos e os próprios participantes cobrem dos conselheiros eleitos que cumpram com as obrigações para as quais se candidataram e foram eleitos. A ABCF sempre pregou a união de todos os participantes e das entidades representativas e reforça esse apelo.

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