História da ABCF

HISTÓRIA DA ABCF


Os mesmos dirigentes e grupo de empregados que participaram da fusão das duas empresas se encarregaram de estender os planos de benefícios administrados pela Forluz aos empregados da Cemig, o que ocorreu em 1974, em conformidade com a legislação vigente à época. A Forluz passou a ser órgão da Superintendência de Recursos Humanos (RH).

Posteriormente, foi criada a Superintendência de Benefícios (BN), que ficou encarregada pela administração de Benefícios da Cemig. No final de 1998, foi criado uma Estrutura Organizacional própria para administrar os planos de benefícios das empresas do conglomerado Cemig, de forma mais independente e com foco exclusivo nos negócios de previdência privada e plano de saúde.

Em 16/06/1990, o Grupo de Dirigentes e Empregados que participaram de toda essa historia, perceberam a vontade política de interferir na Forluz, bem como designar como e onde aplicar os recursos financeiros do fundo de pensão administrados pela Fundação.

ABCF em prontidão


Criada há exatos 25 anos, a ABCF (Associação dos Beneficiários Contribuintes da Forluz) surgiu em função de ameaças do então governo de impor à nossa fundação a aquisição de alguns títulos, considerados à época como investimentos de alto risco e de baixa rentabilidade. Na época, a ABCF chegou a ajuizar ações judiciais visando impedir a concretização das intenções daquele governador que nos traz péssimas recordações, por este e outros motivos.

De lá para cá, o Sistema de Previdência Complementar Brasileiro passou por inúmeros avanços, principalmente a partir de 2003, quando finalmente evoluímos para uma gestão mais transparente e democrática do patrimônio dos fundos de pensão.

Neste espaço de tempo, a Forluz se transformou também numa referência nacional para o sistema, adotando uma governança corporativa que vem proporcionando maior segurança e tranquilidade a seus participantes e assistidos.


Se a Forluz não deu tanto trabalho para a ABCF após aquela longínqua ameaça, a mudança na legislação, principalmente após a Resolução CGPC 13/2004, trouxe novos e maiores desafios para nós, participantes e assistidos. Mais democracia representou maior participação na gestão da Fundação através dos conselhos Deliberativo e Fiscal, cuja composição é paritária com as patrocinadoras.  No entanto, esta maior participação veio acompanhada de maior responsabilidade tanto para nós, participantes e assistidos — uma vez que elegemos a metade dos membros dos conselhos, suas instâncias máximas de direção —, quanto para as patrocinadoras.
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