Diretrizes para o Planejamento Estratégico da ABCF – Gestão 2015/2017

A gestão acredita que o Planejamento Estratégico é uma ferramenta indispensável para que a direção da ABCF identifique e priorize corretamente as ações necessárias para alcançar os resultados no sentido de proteger os patrimônios e objetivos de nossas principais entidades.

A seguir, relacionamos as principais ações e diretrizes que nortearão nosso planejamento estratégico, iniciando pela reestruturação da ABCF de forma a transformá-la numa entidade, adequada aos desafios envolvidos. Em seguida, apresentamos nossas propostas de trabalho, de curto, médio e longo prazos, junto a Forluz e Cemig Saúde.

Fortalecendo e estruturando a ABCF

  1. Planejamento estratégico.
  2. Comunicação – intensificar a comunicação com o associado.
    • ABCF nas redes sociais – Facebook, twitter,etc.
    • Criação site.
    • Newsletter semanal.
    • Jornal impresso trimestral.
  3. Elaboração e implantação de Manual de Organização da ABCF.
  4. Prestação de contas – publicação de balancete analítico trimestralmente.
  5. Campanha de filiação.
  6. Adequações estatutárias:
    1. Incluir de forma mais explicita a atuação da ABCF na Cemig Saúde, pois quando de sua criação a gestão de nosso plano de saúde ainda estava sob a administração da Forluz. b. Alterar a razão social da ABCF para Associação dos Beneficiários da Cemig Saúde e Forluz, sem que precisemos alterar sua logomarca. c. Minimizar as subjetividades estatutárias, principalmente quanto ao quórum de assembleias, dentre outros. d. Criação de Conselho Fiscal.

Prioridades junto à Forluz

  1. Participar do processo de alteração do Regulamento do Plano B.
  2. Lutar contra a determinação da Previc de estabelecer paridade no Plano A em caso de déficit.
  3. Fortalecer as iniciativas para efetivar a independência do atuário responsável técnico, do assessor de risco e do assessor de compliance, dentre outros.
  4. Avaliar a viabilidade da manutenção do investimento no hospital Lifecenter combinado com uma parceria com a Cemig Saúde e outras fundações (Desban, Libertas, Agros, etc).
  5. Fortalecimento da Anapar, compreendendo-a como parceira indispensável e insubstituível no aprimoramento da legislação previdenciária complementar, no suporte técnico quando de demandas mais complexas, no apoio técnico e político quando da necessidade de atuação junto a órgãos de estado e de governo.
  6. Criação de Comitês Consultivos, aberto aos associados da ABCF, cujo principal papel será o de prestar apoio aos conselheiros na análise de documentos contábeis e financeiros e outras matérias mais complexas e mais volumosas.
  7. Canal de denúncias – incentivar a implantação deste instrumento, entendendo-o como mais uma ferramenta de proteção da fundação contra fraudes e/ou gestão temerária.
  8. Formação e capacitação dos conselheiros atuais e futuros – considerar este investimento como uma responsabilidade da Fundação. Num segundo momento, tornar mais rigorosos os pré-requisitos para ser membro de órgão estatutário.
  9. Educação financeira e previdenciária – foco maior na mudança de comportamento e formação dos participantes nos conceitos previdenciários e menos na realização de eventos.

Prioridades junto à Cemig Saúde

  1. Participar das negociações para definição do novo plano de custeio, em que já existe uma previsão de aumento nas contribuições atuais.
  2. Fortalecer as iniciativas para efetivar a independência do atuário responsável técnico e do assessor de compliance, dentre outros.
  3. Atendimento interior – contribuir com a Cemig Saúde na ampliação da rede de convênios, atuando politicamente no sentido de denunciar e vencer resistências cartoriais.
  4. Analisar a viabilidade do estabelecimento de uma parceria com a Forluz/Lifecenter de forma a buscar atendimento especial a seus beneficiários e preços competitivos.
  5. Criação de Comitês Consultivos, aberto aos associados da ABCF, cujo principal papel será o de prestar apoio aos conselheiros na análise de documentos contábeis e financeiros e outras matérias mais complexas e mais volumosas.
  6. Canal de denúncias – incentivar a implantação deste instrumento, entendendo-o como mais uma ferramenta de proteção contra fraudes e/ou gestão temerária.
  7. Remuneração do DRP quando aposentado – se não existe “almoço grátis” em se tratando de custeio de um plano de saúde, não cabe exigir da DRP trabalhar de graça, e menos ainda exigir que ele coloque tão grande responsabilidade sobre seu CPF sem nenhuma compensação. A ABCF precisa se envolver nesta discussão e envidar esforços para que a patrocinadora assuma, como já o faz no caso do ativo, a responsabilidade pela remuneração do DRP na condição de aposentado. A presente situação se configura uma discriminação contra a maioria dos beneficiários.
  8. Manter o associado informado sobre os diversos benefícios públicos de saúde como o programa Farmácia Popular e da cesta de remédios do SUS, incentivando-o ao uso.
  9. Educação em saúde suplementar e o papel do beneficiário em um plano de auto gestão – foco maior na mudança de comportamento e formação dos beneficiários nos conceitos de saúde complementar, fazendo-o ver a sua grande responsabilidade no custeio do plano de saúde. 10. Acompanhar a aplicação integral do percentual destinado às ações de promoção e prevenção, bem como se tais ações estão sendo eficientes.