Defendemos que a missão da Associação dos Beneficiários Contribuintes da Forluz – ABCF é uma só e pode ser desmembrada e administrada em duas partes, uma centrada na Forluz e outra na Cemig Saúde.

Cemig Saúde

A ABCF buscará permanentemente contribuir para a manutenção do equilíbrio financeiro do nosso plano de saúde, sem haver redução de benefícios ou perda de qualidade no atendimento ao beneficiário.

Forluz

A ABCF irá atuar para que os órgãos estatutários da Forluz cumpram com o estabelecido no Parágrafo 1º da Resolução CGPC 13/2004, bem como toda a legislação previdenciária e recomendações de melhores práticas de governança com destaque para a preservação da liquidez, a solvência e o equilíbrio dos planos de benefícios, isoladamente, e da própria entidade fechada de previdência complementar, no conjunto de suas atividades.

Visão da ABCF – Independência e autonomia

Acreditamos numa ABCF forte e atuante para se transformar em importante protagonista na condução do projeto De Olho na Forluz e Cemig Saúde.

Para alcançarmos posição tão relevante é imprescindível manter a Associação independente e autônoma em relação a posições partidárias, sindicais e em relação às patrocinadoras. Entendemos que os interesses de cada segmento não se misturam e nem se confundem, reafirmando nosso compromisso de atuar de forma firme para impedir que nossas entidades sejam utilizadas como moeda de troca ou mesmo para acomodação de vaidades pessoais.

Planejamento Estratégico

Diretrizes para o Planejamento Estratégico da ABCF – Gestão 2015/2017

A gestão “Foco na Forluz e Cemig Saúde” acredita que o Planejamento Estratégico é uma ferramenta indispensável para que a direção da ABCF identifique e priorize corretamente as ações necessárias para alcançar os resultados no sentido de proteger os patrimônios e objetivos de nossas principais entidades.

A seguir, relacionamos as principais ações e diretrizes que nortearão nosso planejamento estratégico, iniciando pela reestruturação da ABCF de forma a transformá-la numa entidade, com o poder de fogo adequado aos desafios envolvidos. Em seguida, apresentamos nossas propostas de trabalho, de curto, médio e longo prazos, junto a Forluz e Cemig Saúde.

Fortalecendo e estruturando a ABCF

1. Planejamento estratégico.

2. Comunicação – intensificar a comunicação com o associado.

a. ABCF nas redes sociais – Facebook, twitter,etc.

b. Criação site.

c. Newsletter semanal.

d. Jornal impresso trimestral.

3. Elaboração e implantação de Manual de Organização da ABCF.

4. Prestação de contas – publicação de balancete analítico trimestralmente.

5. Campanha de filiação.

6. Adequações estatutárias:

a. Incluir de forma mais explicita a atuação da ABCF na Cemig Saúde, pois quando de sua criação a gestão de nosso plano de saúde ainda estava sob a administração da Forluz. b. Alterar a razão social da ABCF para Associação dos Beneficiários da Cemig Saúde e Forluz, sem que precisemos alterar sua logomarca. c. Minimizar as subjetividades estatutárias, principalmente quanto ao quórum de assembleias, dentre outros. d. Criação de Conselho Fiscal.

Prioridades junto à Forluz

1. Participar do processo de alteração do Regulamento do Plano B.

2. Lutar contra a determinação da Previc de estabelecer paridade no Plano A em caso de déficit.

3. Fortalecer as iniciativas para efetivar a independência do atuário responsável técnico, do assessor de risco e do assessor de compliance, dentre outros.

4. Avaliar a viabilidade da manutenção do investimento no hospital Lifecenter combinado com uma parceria com a Cemig Saúde e outras fundações (Desban, Libertas, Agros, etc).

5. Fortalecimento da Anapar, compreendendo-a como parceira indispensável e insubstituível no aprimoramento da legislação previdenciária complementar, no suporte técnico quando de demandas mais complexas, no apoio técnico e político quando da necessidade de atuação junto a órgãos de estado e de governo.

6. Criação de Comitês Consultivos, aberto aos associados da ABCF, cujo principal papel será o de prestar apoio aos conselheiros na análise de documentos contábeis e financeiros e outras matérias mais complexas e mais volumosas.

7. Canal de denúncias – incentivar a implantação deste instrumento, entendendo-o como mais uma ferramenta de proteção da fundação contra fraudes e/ou gestão temerária.

8. Formação e capacitação dos conselheiros atuais e futuros – considerar este investimento como uma responsabilidade da Fundação. Num segundo momento, tornar mais rigorosos os pré-requisitos para ser membro de órgão estatutário.

9. Educação financeira e previdenciária – foco maior na mudança de comportamento e formação dos participantes nos conceitos previdenciários e menos na realização de eventos.

Prioridades junto à Cemig Saúde

1. Participar das negociações para definição do novo plano de custeio, em que já existe uma previsão de aumento nas contribuições atuais.

2. Fortalecer as iniciativas para efetivar a independência do atuário responsável técnico e do assessor de compliance, dentre outros.

3. Atendimento interior – contribuir com a Cemig Saúde na ampliação da rede de convênios, atuando politicamente no sentido de denunciar e vencer resistências cartoriais.

4. Analisar a viabilidade do estabelecimento de uma parceria com a Forluz/Lifecenter de forma a buscar atendimento especial a seus beneficiários e preços competitivos.

5. Criação de Comitês Consultivos, aberto aos associados da ABCF, cujo principal papel será o de prestar apoio aos conselheiros na análise de documentos contábeis e financeiros e outras matérias mais complexas e mais volumosas.

6. Canal de denúncias – incentivar a implantação deste instrumento, entendendo-o como mais uma ferramenta de proteção contra fraudes e/ou gestão temerária.

7. Remuneração do DRP quando aposentado – se não existe “almoço grátis” em se tratando de custeio de um plano de saúde, não cabe exigir da DRP trabalhar de graça, e menos ainda exigir que ele coloque tão grande responsabilidade sobre seu CPF sem nenhuma compensação. A ABCF precisa se envolver nesta discussão e envidar esforços para que a patrocinadora assuma, como já o faz no caso do ativo, a responsabilidade pela remuneração do DRP na condição de aposentado. A presente situação se configura uma discriminação contra a maioria dos beneficiários.

8. Manter o associado informado sobre os diversos benefícios públicos de saúde como o programa Farmácia Popular e da cesta de remédios do SUS, incentivando-o ao uso.

9. Educação em saúde suplementar e o papel do beneficiário em um plano de auto gestão – foco maior na mudança de comportamento e formação dos beneficiários nos conceitos de saúde complementar, fazendo-o ver a sua grande responsabilidade no custeio do plano de saúde. 10. Acompanhar a aplicação integral do percentual destinado às ações de promoção e prevenção, bem como se tais ações estão sendo eficientes.