Responsabilidade e proteção para uma gestão segura

Sustentada por pilares de ética e responsabilidade, a Forluz investe no fortalecimento de seus controles internos a fim de se proteger contra eventuais falhas ou irregularidades. Por se tratar de uma entidade fechada de previdência complementar, a Fundação está submetida às exigências de uma legislação específica. A Entidade conta com diversos recursos de fiscalização para garantir a segurança de suas operações, honrando, assim, a relação de confiança estabelecida com seus participantes.

Desde 2004, a Forluz possui uma Assessoria de Compliance, ligada ao Conselho Deliberativo e responsável por elaborar e conduzir o Plano Plurianual de Auditorias. Este planejamento é criado para um período de cinco anos, mas revisado anualmente e apresentado à Diretoria Executiva e ao Conselho Fiscal. Segundo a gerente do setor, Raquel Gôuveia, as atividades que serão objeto de auditoria são definidas conforme a relevância e impacto que representam na matriz de riscos da Fundação. Além disso, o plano deve determinar a periodicidade e a abrangência do trabalho, bem como a forma de execução, ou seja, se será feita por equipe interna ou terceirizada. “Nenhuma empresa audita todas as áreas todos os anos. A auditoria visa oferecer resultados que orientem melhorias nos nossos controles. Temos que atentar às nossas limitações orçamentárias e de equipe, visto que a Fundação tem uma equipe de 62 pessoas, entre empregados e diretores. Ou seja, buscamos, com preocupação e consciência, direcionar esforços e os recursos dos nossos participantes para aquilo que trará maior benefício para eles”.

Raquel destaca ainda que a auditoria é considerada a terceira linha de defesa na metodologia de gerenciamento eficaz de riscos e controles. A primeira é constituída pelas próprias áreas, que possuem processos de revisão e análise de seus procedimentos. A segunda diz respeito à área de controles internos, ou seja, às orientações prestadas pela Assessoria de Compliance, que sugere avanços e indica normas que devem ser cumpridas. “Estamos focados, cada vez mais, em criar mecanismos de monitoramento contínuo. Por exemplo, a parte de investimentos é tão séria para a Fundação que possuímos avaliações semanais e mensais da carteira. Depois disso tudo, ainda temos uma auditoria externa que valida estes da- dos”, ressalta Raquel.

A lei complementar 108/2001 prevê que os fundos de pensão patrocinados por empresas estatais, como é o caso da Forluz, devem ser sistematicamente supervisionados por suas respectivas patrocinadoras. Ou seja, além de seu plano de auditorias internas, a Fundação conta ainda com a fiscalização e apoio técnico da Cemig. Por outro lado, o órgão fiscalizador, a Previc – Superintendência Nacional de Previdência Complementar, acompanha de forma permanente as atividades da Fundação, que integra um grupo de 17 entidades consideradas sistematicamente importantes, devido ao seu porte e relevância.

Conselho Fiscal atuante
Na avaliação do conselheiro fiscal, Luiz Carlos Sperandio, a organização da Forluz se destaca em meio ao sistema de previdência complementar. Ele afirma que os questionamentos apresentados pelo Conselho Fiscal são respondidos prontamente pela equipe técnica e respaldados por extensa documentação. “Como conselheiros, é evidente que estamos sempre demandando muitos pontos porque precisamos de informações para cumprirmos nossa função com excelência. E percebo que a forma como as auditorias são conduzidas está muito adequada ao que a Funda- ção se propõe. Há um equilíbrio para que não haja gastos excessivos”. Ainda segundo Sperandio, os resultados positivos demonstrados em recentes auditorias indicam “o acerto na condução da Funda- ção”. “É claro que ponderamos alguns pontos. No dia a dia das reuniões do Conselho, a diferença de posições e ideias é presente, mas sempre de forma ordeira e amigável. No entanto, mesmo com essa divergência saudável de opiniões, há uma preocupação entre os membros do Conselho e a atual gestão no sentido de promover um alinhamento do que é melhor para a Entidade e seus participantes”, conclui.

Gestão de Riscos certificada
Como prova de sua dedicação em proteger o patrimônio dos participantes e blindar suas atividades de possíveis ameaças, recentemente, a Gestão de Riscos da Entidade passou por auditoria e foi certificada pela norma NBR 31000, aderente à ISO 31000, internacionalmente reconhecida e aceita por mais de 60 países. O selo atesta a solidez do processo de identificação, análise, mensuração e monitoramento dos riscos inerentes ao trabalho executado pela Fundação.



Compartilhe Google Plus

Sobre Portal ABCF

Site da Associação dos Beneficiários da Cemig Saúde e Forluz. Previdência complementar, fundo de pensão, educação financeira e plano de saúde.
    Comentários Gmail
    Comentários Facebook

0 comentários :

Postar um comentário