Se é Bayer é bom? PreviBayer cria plano para familiares. Por que a Forluz não faz o mesmo?

Novos planos para familiares 
A PREVIBAYER - Sociedade de Previdência Privada deverá enviar para aprovação da PREVIC até setembro proposta de criação de um plano de contribuição definida (CD) para familiares dos atuais participantes até o terceiro grau. A expectativa, adianta Lucas Ferraz Nóbrega, diretor-superintendente da entidade, é ter o novo CD em operação já nos primeiros meses de 2018. A iniciativa vem atender a uma demanda já identificada por várias associadas junto ao grupo familiar, onde os dependentes diretos dos trabalhadores que já contribuem são atendidos, mas irmãos e netos, entre outros, estão de fora do plano de benefícios inicial. (Diário dos Fundos de Pensão-17.03)

Esta notícia bem que poderia ser “A Forluz envia para aprovação da Previc proposta de criação de um plano CD para familiares dos atuais participantes até 3º grau...”

Sim, é verdade. Há pelo menos quatro anos, em seu primeiro mandato, o conselheiro eleito Guilherme de Andrade, diretor da ABCF, propôs a criação de um plano para os familiares dos participantes e assistidos, a ser gerido pela Forluz.

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Após um período de resistência da diretoria, foi feita uma pesquisa muito incipiente onde se constatou que “não havia interesse dos familiares” a ponto de a Forluz oferecer um plano dessa natureza.

Logo após o sepultamento do Plano de Saúde para familiares, por ordem da Cemig, que seria gerido pelo Cemig Saúde, a justificativa da diretoria da Forluz para não progredir com o assunto foi que não havia clima para discutir a questão com a patrocinadora.

Ora, em que afetaria a imagem da Cemig, senão positivamente, ao se oferecer um plano de previdência para aos familiares dos participantes e assistidos.

À Forluz esse plano também só traria benefícios, uma vez que o plano CD não tem qualquer risco para o gestor ou patrocinador. E não se pode dizer que o interesse é pouco, pois não é possível que, num universo de mais de 60 mil vidas, não se vá conseguir pelo menos um número igual ao Plano da Taesa, que conta com cerca de 400 participantes.

Aos familiares, os ganhos seriam muito grandes, pois teriam um plano gerido por uma fundação idônea, com custos bem mais em conta do que dos famigerados bancos comerciais, que sempre estão correndo atrás dos lucros.

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Poderíamos assim resumir os ganhos:

Patrocinadora Cemig à Ganho de imagem ao patrocinar a Forluz, que vai oferecer um plano aos familiares de seus empregados e ex-empregados.

Forluz Gestora de plano à Ganho de escala que poderia diminuir o custeio administrativo tanto para os participantes quanto para a patrocinadora, ao administrar mais recursos com a mesma infraestrutura.

Familiares à Ganho no custeio de sua previdência privada, pois os bancos cobram altas taxas de administração, pois visam lucro. Também a segurança de ter uma administradora do porte e da idoneidade da Forluz cuidando da sua previdência. E ainda estariam carreando os valores pagos a título de custeio para um plano onde estão seus familiares.

Como se pode ver, os ganhos são extremamente vantajosos para todos os atores.

Nesse caso, o exemplo da Bayer é bom.

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