‘Reforma’ da Previdência tem objetivo oculto de privatizar o setor, diz professora

A reforma da Previdência proposta por Michel Temer no fim de 2016 tem como objetivo oculto privatizar o setor. Essa é a avaliação da economista Denise Gentil, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Na avaliação dela, as exigências impostas aos trabalhadores são tão altas e as perspectivas de obter uma boa aposentadoria, com valor integral, foram reduzidas a tal ponto que estimularão a busca por fundos de previdência privada complementar.

Denise participou do seminário “Em defesa do direito à aposentadoria para todos”, realizado pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e Associação Nacional dos Participantes de Fundo de Pensão (Anapar), em Brasília, dia 27 de janeiro, com a presença de centrais sindicais e outras entidades representativas.

Veja a apresentação completa da professora Denise Gentil clicando aqui

SEGURIDADE SOCIAL – ALGUNS NÚMEROS
  • A cobertura atual supera 110 milhões de pessoas, se também forem contabilizados os benefícios indiretos (membros da família).
  • Em 2016, foram milhões de benefícios emitidos pela Seguridade Social, sendo:
  • RGPS: 28,8 milhões de benefícios previdenciários;
  • Assistência Social (LOAS – idosos e deficientes de baixa renda): 4,5 milhões de benefícios;
  • Bolsa Família: atende a 14 milhões de famílias; o valor médio pago às famílias subiu de R$ 162 para R$ 182. Os benefícios do programa estavam sem reajuste havia dois anos. Receberam reajuste de 12,5% em julho/2016.
  • Seguro-desemprego: 8,5 milhões de pessoas.
  • Em 2016, 69% dos benefícios previdenciários são iguais a 1 salário mínimo; e,
  • 92% dos benefícios são inferiores a 3 salários mínimos, ou seja, em valores de hoje, inferiores a R$2.640,00.
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