Eleição na Cemig Saúde vai custar R$ 125 mil. E a conta pode dobrar. Leia aqui e entenda

A atual eleição para o cargo de DRP na Cemig Saúde só está ocorrendo porque o antigo DRP, eleito pelo coletivo de entidades, renunciou ao cargo no meio do mandato e seu suplente, também do coletivo, não quis assumir o posto. Com isso, novas eleições foram convocadas ao custo de R$ 125 mil.

Quem paga? O beneficiário da Cemig Saúde. Mesmo beneficiário que, em 2016, teve que arcar com um aumento de 15,4% no plano, sem contar o reajuste regulamentar de 10,33%. Agora, terão que pagar mais este valor por irresponsabilidade da chapa 2, integrada pelo grupo político do coletivo de entidades de olho na Cemig Saúde.

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O que está ruim pode piorar

Não bastarem terem indicado um candidato e um suplente que, depois de eleitos, renunciaram sem terminar o mandato, agora o grupo político da chapa 2 quer repetir a dose. O candidato da chapa 2 é suplente do DRP na Forluz, ambos eleitos pelo tal coletivo.

Caso precise ser substituído, a Forluz ficará sem um suplente e os participantes da Fundação terão que pagar novas eleições ao custo de R$ 125 mil, tal como ocorreu na Cemig Saúde. Ou seja, a conta a ser paga por trabalhadores e aposentados da Cemig pode dobrar!

Todo esse prejuízo tem que ser colocado na conta da chapa 2, do grupo político do coletivo “prejuízo de R$ 125 mil” de entidades.


A chapa 2, que causou um prejuízo de R$ 125 mil aos beneficiários do nosso plano de saúde, esconde que seu candidato é suplente do DRP na Forluz. Isso não aparece nas propagandas, nos jornais e nem no currículo enviado para a Cemig Saúde. Escondem porque sabem que o risco de causar novo prejuízo a trabalhadores e aposentados da Cemig é grande.


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