Conselheiro do 'Coletivo de Entidades' pediu SIGILO DO VOTO. Veja ata que comprova

O movimento Unidos Pela Forluz defende o fim do sigilo dos votos dos conselheiros e a publicação das atas das reuniões dos conselhos. Acreditamos que o participante, verdadeiro dono da Forluz, tem o direito de saber como aqueles que cuidam da gestão e da fiscalização da Fundação estão votando em questões que mexem com seu patrimônio. Entretanto, não podemos dizer o mesmo da chapa adversária.

A primeira proposta apresentada pela chapa do Coletivo de Entidades é o fim do sigilo das atas das reuniões dos conselhos. É contraditório dizer que se é favorável à divulgação das atas e, ao mesmo tempo, impedir que os votos dos conselheiros sejam publicados nas atas.

Como o voto dos conselheiros é registrado em ata, na prática eles querem o fim do sigilo do voto, certo? Mas isso é verdade mesmo? Diz a proposta: “Publicação integral das atas dos Conselhos, respeitado o sigilo legal e tecnicamente exigido”.

Não é o que observamos da atuação do conselheiro do Coletivo José Renato de Carvalho Barbosa. Quando os três conselheiros indicados pela Cemig e José Renato votaram pela aprovação da sublocação de um andar do edifício da Forluz (Aureliano Chaves) para o governo estadual, o conselheiro do Coletivo pediu SIGILO DE VOTO. Diz a ata: José Renato “enfatizou, também, a necessidade de não publicação do resultado de votação da matéria, garantindo o sigilo de voto de cada Conselheiro”.


Ora, se o Coletivo de Entidades se diz favorável ao fim do sigilo das atas dos conselhos (e, portanto, do sigilo de voto), por que seu conselheiro pediu... sigilo de voto? Não é uma incoerência?

Por que o conselheiro do Coletivo de Entidade quer esconder dos participantes seu posicionamento? Mais um 4 a 2 contra os participantes.

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