Gestão da ABCF, Forluz e Cemig Saúde - transparência, controle social e planejamento sucessório

Qualquer organização, principalmente as públicas, para se tornarem e se manterem perenes precisam ter como princípios permanentes a transparência, o controle social e o planejamento sucessório.

A nova direção da ABCF, empossada em 2015, entende que a existência e fortalecimento da associação são indispensáveis para acompanhar de perto a gestão da Forluz e Cemig Saúde, sem reduzir, é claro, o papel das demais entidades representativas.

Também é entendimento da nova diretoria da ABCF que a nossa associação deve ser encarada como uma entidade pública, mesmo que de caráter privado, dado o volume significativo de 1.200 associados, podendo este número ser ainda mais elevado.

No entanto, entendemos também que esta árdua e complexa tarefa, para não sofrer descontinuidade a cada mudança de diretoria, precisa, como qualquer entidade pública (estatal ou privada) funcionar a partir de um tripé básico:

1-Transparência máxima a seus associados, com acesso a todas as informações administrativas, financeiras e políticas;

2-Controle social pelos associados e público em geral de todas as ações administrativas, financeiras e políticas da diretoria da associação. Esta é uma tarefa dos associados e por isso a transparência é imprescindível;

3-Planejamento sucessório para dar continuidade às políticas definidas, bem como o preparo técnico e político dos futuros dirigentes.

Nossa cultura e comodismo não nos permitem enxergar nossas vulnerabilidades

Entendemos que todas as nossas entidades representativas, a própria Forluz e a Cemig Saúde, possuem muitas oportunidades de melhoria, seja na ampliação da transparência pelas entidades, inclusive para favorecer e incentivar o controle social pelos trabalhadores, seja no planejamento sucessório.

Forluz e Cemig Saúde – oportunidades de melhoria

A ausência de um planejamento sucessório na Forluz e Cemig Saúde por exemplo, nos levam a eleger candidatos despreparados aos conselhos deliberativos e fiscais de nossos maiores patrimônios. Conselheiros despreparados sequer conseguem perceber que está havendo falta de transparência porque vários desconhecem a legislação do setor. Sem transparência e sem uma boa dose de incentivo não irão fazer mudar a cultura da delegação em detrimento do controle social.

A responsabilidade pela preparação de futuros conselheiros é da Forluz e Cemig Saúde

Não temos dúvidas que a responsabilidade pela preparação de seus futuros conselheiros é da Forluz e Cemig Saúde. Não se pode exigir dos participantes e beneficiários da Forluz e Cemig Saúde que invistam do próprio bolso, e em sua hora de folga, a formação e capacitação para serem conselheiros, principalmente para exercer uma atividade sem remuneração e com riscos ao próprio patrimônio pessoal.

Se a Forluz e a Cemig Saúde compreenderem essa realidade, nossos conselheiros, empossados sem nenhuma preparação técnica e sobre as respectivas legislações específicas, passarão a tomar decisões com conhecimento e sem correr riscos de punição por omissão e/ou negligência.

Assine nossa petição contra o PLP 268/2016





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