Justiça nega liminar, mas vai ouvir Cemig antes de decidir sobre seguro de vida

A Justiça não concedeu a liminar pedida por Sindsul (Sindicato dos Eletricitários do Sul de Minas Gerais) e Federação dos Urbanitários (Urbanos) contra o pregão que a Cemig fará sobre o seguro de vida dos trabalhadores e aposentados da empresa. Antes de dar uma decisão sobre a questão, a Justiça quer ouvir as justificativas da Cemig sobre o assunto. Caso o leilão ocorra — já que a liminar não foi concedida a tempo de barrar a venda das apólices de seguro — e a decisão seja favorável ao Sindsul e ao Urbanos, os efeitos do pregão poderão ser suspensos, já que este pedido consta da ação inicial. A decisão da Justiça saiu nesta segunda, 16 de novembro.



As mudanças propostas pela Cemig incluem a redução de 20% a 80% do valor do seguro de vida dependendo da idade do segurado. Além disso, as famílias dos segurados também serão prejudicadas. “A tabela do cônjuge também está sendo alterada para menor. Acaba também o pagamento do seguro em dobro, em caso de morte por acidente”, explica Guilherme de Andrade Ferreira, diretor da ABCF (Associação dos Beneficiários da Cemig Saúde e Forluz). Veja a tabela abaixo.



Na última quarta-feira, dia 11 de novembro, cerca de 200 aposentados e trabalhadores realizaram uma grande manifestação na sede da Cemig contra a redução dos valores do seguro de vida. O protesto teve efeito imediato e a direção da Cemig concordou em reunir-se com os representantes das entidades representativas dos trabalhadores no mesmo dia.


Entretanto, a direção da Cemig não quis recuar da decisão de colocar à venda o Seguro de Vida em Grupo da Cemig e sua consequente redução de valores. Não restou outra alternativa às entidades senão entrar com uma ação na Justiça na sexta-feira, dia 13 de novembro, para suspender o leilão.
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