Resultados dos Planos A, B e Taesa em 2014

A partir deste ano, a pedido de seu Conselho Fiscal, a Forluz volta a enviar um resumo dos resultados dos planos de benefícios em formato impresso. A medida visa incentivar os participantes e assistidos a acompanharem mais de perto a gestão de seu patrimônio.

O resumo não substitui as informações publicadas no site da fundação, mais abrangentes e completas, mas demonstra a intenção e a vontade de uma gestão mais transparente e democrática.

O que interessa ao participante e ao assistido da Forluz?


De forma geral, o que o participante, o assistido (pensionistas inclusive), quer saber, na prática, é se haverá dinheiro para pagar o seu benefício enquanto vivo ele estiver.

Considerando que o PASSIVO são as obrigações da Forluz para com seus participantes e assistidos; considerando que o ATIVO são os recursos financeiros disponíveis para honrar com as obrigações para com os participantes e assistidos:

A Forluz estará cumprindo com seu objetivo se conseguir manter o equilíbrio do planos de benefícios. Ou seja:

ATIVO = PASSIVO

Podemos resumir que a Forluz estará cumprindo com seu papel primordial se mantiver o ATIVO igual ou maior que o PASSIVO. Sempre tendo claro que o ideal é que haja equilíbrio entre um e outro.

Resultados dos planos administrados pela Forluz

Na tabela abaixo, transcrevemos do Relatório de Atividades 2014, as informações relativas à situação dos planos de benefícios A, B e Taesa (R$ milhares).

PLANOS
PASSIVO
(R$ mil)
ATIVO
 (R$ mil)
RESULTADO
(R$ mil)
% sobre o Passivo
Plano A (1)
R$ 6.856.662
R$ 6.574.225
(R$ 282.437)
(4,2%)
Plano B total (2)
R$ 6.652.337
R$ 6.721.360


Plano B vitalicio
R$ 1.614.979
R$ 1.647.993
R$ 33.014
2%
Taesa (3)
R$ 10.104
R$ 10.104


(1)     Plano A – é um plano fechado a novas inscrições, possuindo apenas benefícios vitalícios.
(2)     Plano B – é um plano misto, possuindo benefícios de renda vitalício, por renda temporária em valor certo durante 10, 15 ou 20 anos e renda temporária variável por percentual de saldo de conta (cotas). No caso de renda temporária, não há que se falar em déficit ou superávit. Quem opta pelo valor certo sabe quando o dinheiro irá acabar. Quem opta pela cota precisa administrar as retiradas em sua conta para evitar o risco de ficar sem beneficio enquanto vivo estiver.
(3)     Plano Taesa – é um plano que oferece apenas benefícios por cota e pecúlios por morte e invalidez.

Rentabilidade dos planos

PLANO
Rentabilidade
RMA (*)
Plano A
12,32%
12,53%
Plano B
11,97%
11,73%
Plano Taesa (**)
9,58%

(4)    (*)RMA- Rentabilidade Mínima Atuarial é a rentabilidade mínima que os ativos financeiros de um plano de benefício devem ter para que este plano possa cumprir seus compromissos futuros. No caso do plano Saldado - A da Forluz, a rentabilidade mínima atuarial esperada é de IPCA-IBGE + 5,75% a.a e o Plano B Vitalício é IPCA + 5% a.a
(5)     (**) Ao Plano Taesa, por não oferecer benefícios vitalícios, não se aplica o conceito da RMA.

Explicações para o desempenho do Plano A


A razão para explicar a rentabilidade abaixo da meta atuarial se deu principalmente em função da queda de 2,91% do Ibovespa, a rentabilidade negativa de 3,6% da renda variável, assim como a carteira de investimentos estruturados composta por fundos de investimentos em participações cuja rentabilidade foi de 3,3%, também abaixo do mínimo atuarial.


O déficit do plano A, caso se repita ao final de 2015, exigirá da Forluz um Plano de Equacionamento para eliminá-lo. Conforme acordo celebrado em 1997, quando de seu saldamento, a Cemig assumiu a responsabilidade integral por eventuais déficits futuros como forma de incentivo aos trabalhadores na época.


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